Pessoas que se Autossabotam

Publicado originalmente na 9ª edição da Revista Líderes.

palestrante e escritor de 37 livros. u conheço e você também deve conhecer pessoas que têm tudo para ter sucesso, tanto pessoal como E profissional; para ter uma família feliz, bons amigos, uma vida confortável etc., e que… O que acontece com essas pessoas? Para entender melhor o que acontece, consultei profissionais de saúde mental e até um grupo de empresários e professores. Todos foram unânimes em afirmar que <há pessoas têm o dom de se autossabotar. Elas jogam contra si mesmas. Elas vivem dando um tiro nos próprios pés.= Será verdade? Ao pedir a esses profissionais consultados, exemplos práticos do que chamam de autossabotagem, eles enumeraram nove situações que anotei numa breve lista:

pessoas têm a obrigação de ajudá-las, de compreendê-las e de investir no seu desenvolvimento.

o que foi feito a elas não foi mais do que uma obrigação;

olhando e invejando a vida alheia em vez de cuidar de sua própria vida;

ajudar;

favor, me desculpe, obrigado(a);

não viram…. São muito falsas;

sobre pessoas e situações. Parei de anotar. Achei que esta lista de nove exemplos bastaria para entendermos o que eles queriam dizer quando afirmaram que há <pessoas que se autossabotam= e o porquê não têm sucesso, nem pessoal, nem profissional e acabam sempre dando um tiro no próprio pé. Precisa mais? E você? Como é? Pense nisso. Sucesso!

Presença autêntica: O desafio real da liderança e — talvez o mais sutil — de expectativas. As organizações estão imersas num emaranhado complexo de mudanças tecnológicas, demandas humanas e pressões sistêmicas. No meio desse redemoinho, líderes muitas vezes se perdem tentando acompanhar tudo, esquecendo de um detalhe que não cabe nos dashboards, nem nos relatórios de desempenho: a presença. Sim, presença. Essa palavra simples, quase subestimada, carrega uma potência quase revolucionária. Porque estar presente, de verdade, é talvez uma das ações mais desafiadoras da liderança contemporânea. Na psicologia existencial, dizemos que estar presente é estar em contato com a experiência no aqui e agora, com autenticidade, abertura e responsabilidade.

E, para as neurociências, isso se traduz em termos práticos: atenção direcionada, autorregulação emocional, empatia ativa. Três qualidades cada vez mais raras — e, justamente por isso, tão essenciais. Presença é o novo luxo no ambiente organizacional. Um líder que se faz presente não necessariamente tem todas as respostas, mas tem espaço interno para escutar, perceber, sustentar a ambiguidade e fazer perguntas melhores. E como cultivar essa presença em meio à complexidade? Trago aqui três caminhos possíveis: mindfulness, escuta ativa e presença autêntica.

Mindfulness — ou atenção plena — não é um modismo de bem-estar. É uma competência treinável, validada por diversas pesquisas em neurociência, que envolve a capacidade de manter a atenção no momento presente com curiosidade e sem julgamento. E isso, num contexto organizacional, pode significar a diferença entre reagir automaticamente e escolher conscientemente.

Coaching

Elisa Rosa Prospero Psicóloga e Psicoterapeuta, Educadora, Consultora, Coach Executiva e Escritora. <Faço do cuidado um aliado da vida que renasce a cada dia.= Inicia sua participação neste espaço, bimestralmente. Compartilha humanidades, natureza e arte através do @elisarosaprospero

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Prof. Luiz Marins

Sobre o autor

Prof. Luiz Marins, PhD

Antropólogo, professor, escritor, consultor e palestrante, com atuação reconhecida em motivação, comportamento humano e gestão empresarial.

Contato: www.marins.com.br

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